Solidão

Na vastidão da noite escura e fria,

A solidão me envolve em sua teia,

Ecoam silêncios onde a alma anseia,

Um toque de esperança que me guia.

 

Vago pelas sombras, perdido em mim,

Sem rumo, sem luz, sem voz que ecoe,

A solidão profunda me consome,

E o vazio dilacera o meu ser enfim.

 

As estrelas no céu parecem distantes,

Testemunhas silentes de minha agonia,

A solidão, cruel, é minha companhia,

E na escuridão, sigo sem horizontes.

 

Oh, solidão, tormento que dilacera,

Teço versos sombrios nessa jornada,

Na busca por um raio de alvorada,

Para romper as correntes dessa quimera.

Comentários

  1. uauuuu, amei! Estou a usar computador, só por isso não ponho emogis neste poema.

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