Na vastidão
da noite escura e fria,
A solidão me
envolve em sua teia,
Ecoam
silêncios onde a alma anseia,
Um toque de
esperança que me guia.
Vago pelas
sombras, perdido em mim,
Sem rumo,
sem luz, sem voz que ecoe,
A solidão
profunda me consome,
E o vazio
dilacera o meu ser enfim.
As estrelas
no céu parecem distantes,
Testemunhas
silentes de minha agonia,
A solidão,
cruel, é minha companhia,
E na
escuridão, sigo sem horizontes.
Oh, solidão,
tormento que dilacera,
Teço versos
sombrios nessa jornada,
Na busca por
um raio de alvorada,
Para romper
as correntes dessa quimera.
uauuuu, amei! Estou a usar computador, só por isso não ponho emogis neste poema.
ResponderExcluir