Abismo à sombras

 Num abismo profundo, me vejo perdido,

As sombras abraçam minha alma aflita,

Sem luz, sem esperança, a jornada maldita,

No vazio sem fim, meu ser está ferido.


Passos incertos em um chão que desaba,

A angústia consome, como fogo a queimar,

Gritos ecoam, sem ninguém escutar,

No abismo, minha mente frágil se trava.


Oh, abismo cruel que devora meus sentidos,

No labirinto de escuridão e dor,

Sem saída, sem luz, sem ar, sem cor,

Minha alma clama por resgatar-se dos abatidos.


Mas na escuridão, um fio de esperança brilha,

Um vislumbre distante, um sopro de vida,

A luta por sair dessa queda vertiginosa,

Um desejo de ascender, na alma reavivada.

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